
Projectamos atmosferas, imaginários, possibilidades. Espaços com significado — que nos transportam, nos comovem, nos fazem pensar.
Uma selecção de projectos entre 2018 e 2025 — habitação, equipamento, concurso e interiores.

Para esta casa de férias, imaginámos um jardim secreto, desligado e de alguma forma distante da envolvente mais próxima. Um lugar para o ócio e para apreciar a passagem do tempo.









Em colaboração com Maria Morais, Duarte Seabra Alves e Hugo Azevedo.

Para nós, arquitectura é muito mais do que uma resposta funcional a um programa ou a um conjunto de requisitos legais ou construtivos. É, sobretudo, a possibilidade de criar uma experiência — de provocar uma saída da realidade imediata e transportar quem habita ou atravessa um espaço para outra dimensão sensível, emocional, intelectual.
Defendemos espaços com significado. Espaços que não se esgotam na sua função, mas que têm o poder de nos transportar, de nos comover, de nos fazer pensar.
Trabalhamos com as ferramentas inerentes à disciplina — matéria, luz, geometria, proporção — como meios para provocar emoções, despertar a percepção e gerar reflexão. Acreditamos que o potencial da arquitectura reside precisamente nesta capacidade de tocar as pessoas, estimular os sentidos, desafiar o pensamento.
Estudou arquitectura na Universidade Lusíada de Lisboa e na Accademia di Architettura di Mendrisio, onde foi aluno de Valerio Olgiati e se formou sob a orientação de Jonathan Sergison em 2012. Trabalhou em Weberbrunner Architekten (Zürich), SCML (Lisboa) e Atelier Peter Zumthor (Haldenstein).
Estudou Design de Produto na FBAUL e na NABA Milão, e arquitectura na FA-UTL e na Accademia di Architettura di Mendrisio, onde se formou em 2016 sob a orientação de Francisco e Manuel Aires Mateus. Desde 2020 é docente em Mendrisio, na cátedra de Valerio Olgiati.
praça joão do rio 8,
rc dto.
1000-180 lisboa
Portugal